sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Novos Macrocampos para o Programa Mais Educação

- Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo.
Oscar Wilde


MACROCAMPOS DE ESCOLAS URBANAS:

1. Acompanhamento Pedagógico (OBRIGATÓRIO);
2. Comunicação, Uso de Mídias e Cultura Digital e Tecnológica;
3. Cultura, Artes e Educação Patrimonial;
4. Educação Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e
 Economia Solidária e Criativa / Educação Econômica;
 5. Esporte e Lazer;

ATIVIDADES POR MACROCAMPOS DE ESCOLAS URBANAS:

  1. Acompanhamento Pedagógico (OBRIGATÓRIO)
• Alfabetização/letramento
• Ciências (Laboratórios, Feiras e Projetos Científicos)
• História e Geografia
• Línguas Estrangeiras
• Língua Portuguesa: ênfase em Leitura e
  Produção de Texto
• Matemática
     
                 2. Comunicação, Uso de Mídias e Cultura Digital e Tecnológica
• Ambiente de Redes Sociais
• Fotografia
• Histórias em Quadrinhos
• Jornal Escolar
• Rádio Escolar
• Vídeo
• Robótica Educacional


           3. Cultura, Artes e Educação Patrimonial
• Artesanato Popular
• Banda
• Canto Coral
• Capoeira
• Cineclube
• Danças
• Desenho
• Educação Patrimonial
• Escultura
• Grafite
• Hip-Hop
• Iniciação Musical de Instrumentos de Cordas
• Iniciação Musical por meio da Flauta Doce
• Leitura e Produção Textual
• Mosaico
• Percussão
• Pintura
• Práticas Circenses
• Teatro

        4.   Educação Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e Economia Solidária e Criativa/    Educação Econômica
•             Horta Escolar e/ou Comunitária
•             Jardinagem Escolar
•             Economia Solidária e Criativa / Educação Econômica

       5. Esporte e Lazer
• Atletismo
• Badminton
• Basquete de Rua
• Basquete
• Corrida de Orientação
• Futebol
• Futsal
• Ginástica Rítmica
• Handebol
• Judô
• Karatê
• Luta Olímpica
• Natação
• Recreação e Lazer/Brinquedoteca
• Taekwondo
• Tênis de Campo
• Tênis de Mesa
• Voleibol
• Vôlei de Praia
• Xadrez Tradicional
• Xadrez Virtual
• Yoga/Meditação

fonte: http://www.integralsedf.com/2012/12/novos-macrocampos-para-o-programa-mais.html

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

43º Concurso Internacional de Redação de Cartas

Concurso Internacional de Cartas
O Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens é promovido anualmente pela União Postal Universal (UPU ), sediada em Berna, Suíça, com o objetivo de desenvolver a habilidade de composição dos jovens; contribuir para o estreitamento das relações de amizade internacionais e aprimorar a comunicação por meio da escrita. Participam estudantes com até 15 anos de idade, previamente selecionados nas etapas nacionais.
Os Correios participam voluntariamente, pois o concurso está alinhado a um dos Objetivos do Milênio, que é “Educação Básica de Qualidade para Todos”, da Organização das Nações Unidas (ONU). Para os Correios, além do incentivo à educação, o concurso deve promover o incentivo à leitura e à produção textual.
No Brasil, este concurso é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional. A participação se dá por meio das escolas (rede pública e privada), que selecionam, entre as redações de seus alunos, as duas melhores cartas para representá-las.
Na fase estadual são premiadas as três melhores redações de cada estado e na fase nacional é escolhida apenas uma carta, que irá representar o Brasil na fase internacional.

fonte: http://www.correios.com.br/sobreCorreios/educacaoCultura/concursoCartas/default.cfm

O que há para aprender depois da reprovação?

Apoio
Mudanças na rotina do estudante requerem estratégia e parcerias
Conscientes da necessidade de apoiar o filho, o próximo passo aos pais de alunos que reprovaram de ano é o de identificar as falhas cometidas, e definir junto da instituição o que têm de mudar para que a aprendizagem seja efetiva.
Em alguns casos, a troca de ambiente pode ser fundamental. Por isso a mudança de professor é sempre uma alternativa a ser discutida com a direção, diz a professora Lia Munhoz da Rocha, do Sion. Mesmo a mudança de escola não pode ser descartada quando os pais não estão seguros quanto à qualidade do ensino ou a adequação dos métodos da escola às necessidades do aluno.
Quanto à rotina doméstica, se o estudante não dedicava diariamente um tempo exclusivo para estudar, cabe aos pais incentivar a adoção desse hábito, preparando, por exemplo, um local mais adequado para a leitura, silencioso, bem iluminado e longe de distrações. “É importante estabelecer uma nova rotina de organização e estudos, oferecendo apoio e atenção, mas respeitando o desenvolvimento da autonomia”, diz a pedagoga do Colégio Marista Paranaense Mabel Cymbaluk.
Aos professores, cabe agir com sabedoria ao dedicar atenção especial aos que mais precisam, sem exagerar ao ponto do aluno se constranger por ser “cuidado demais”. Vale lembrar que o fato de um repetente já ter visto o conteúdo não significa, necessariamente, que ele sai com vantagem em relação aos demais colegas. Segundo a coordenadora do ensino fundamental II do Colégio Expoente, Cláudia Ellen Procópio, cada estudante tem o próprio ritmo para aprender e isso sempre exige um apoio mais específico.
Tome nota
Melhor do que superar a reprovação é evitá-la. A reportagem perguntou a diversos educadores quais os hábitos de estudo mais eficazes para passar o ano inteiro bem longe das notas baixas. Veja as dicas:
• Dedicar entre uma e duas horas diárias apenas ao estudo, mesmo que não haja lição de casa. Nesse tempo, o estudante pode reler o conteúdo de aulas passadas, fazer exercícios ou mesmo assistir a vídeos relacionados às matérias que está vendo na escola;
• Anotar todas as dúvidas assim que elas apareçam. Isso fica mais fácil quando se usa um pequeno bloco de anotações exclusivamente para esse fim;
• Estabelecer as notas altas como meta pessoal em todos os bimestres, sem dar crédito à perigosa ideia de que os pontos perdidos nos primeiros meses podem ser recuperados no fim do ano;
• Evitar ao máximo as faltas, e quando ocorrerem, procurar logo em seguida o professor ou os colegas para se atualizar sobre o conteúdo perdido;
Contribuíram os colégios Sion, Marista Paranaense, Expoente e Dom Bosco.

Quando o adolescente Alexandre Moreira Senter, 14 anos, reprovou o 9.º ano em 2011, seus hábitos eram muito diferentes daqueles que mantêm hoje. Ele gastava até dez horas de seu dia em jogos no computador, tinha uma alimentação nada saudável – chegou a pesar 102 kg –, e a gentileza com a família passava longe de ser uma preocupação. A notícia da repetência caiu como uma bomba na vida do estudante, mas da crise surgiu um irreconhecível (e melhorado) garoto. Dois anos depois da experiência, o aluno do Colégio Marista Paranaense pesa 62 quilos e admite com orgulho que a rotina diária de estudos não lhe deu apenas boas notas, mas qualidade de vida.
O exemplo mostra que a incômoda situação de estudar novamente tudo o que já foi visto no ano anterior pode resultar num amadurecimento importante para o repetente se pais, amigos e escola ajudarem na ênfase da oportunidade em vez de encarar a reprovação como pena a ser cumprida.
No caso do adolescente, as aulas particulares providenciadas pelos pais foram de grande ajuda, mas não teriam surtido o mesmo efeito se o próprio estudante não tivesse se determinado a mudar. “Chegou a um ponto em que comecei a pensar como seria no futuro se continuasse daquele jeito. Aí falei para mim mesmo que tinha de mudar e resolvi começar o ano sendo diferente”, conta. Ele admite que toda sua família já havia alertado sobre os maus hábitos que mantinha. No entanto, foi a reprovação que despertou a força de vontade necessária para melhorar.
O pai do estudante, Fa­biano Senter, confirma a história, e diz que junto das notas altas veio o bom relacionamento com a família. “O ano em que ele repetiu foi complicado, mas nós sentimos a mudança dele e tudo melhorou. Até a parte pessoal”.
Autoestima
Para pedagogos, trabalhar a autoestima do repetente é tão importante quanto traçar estratégias de estudo. Nada de comparações com o desempenho dos irmãos, ou lembranças constantes do porque ele está tendo de rever o conteúdo. Isso não significa, no entanto, que se deve esquecer as falhas do ano anterior. “É importante elogiar os pontos positivos da criança e fazer uma relação com aquilo que ela pode melhorar”, diz Lia Munhoz da Rocha, coordenadora pedagógica do Colégio Sion – Solitude.
Um obstáculo a ser vencido para garantir a motivação do aluno é o sentimento de exclusão dentro da sala de aula. Estudar junto de colegas mais novos, que muitas vezes conhecem a história do repetente, pode ser bastante intimidador. Por isso, os pais devem se preocupar com mais do que a adoção de uma nova rotina em casa, diz a orientadora educacional do Colégio Dom Bosco, Angela Candeo. “É importante incentivar os laços de amizade com os colegas atuais, pois isso evita que ele se sinta diferente dentro da sala de aula”.

fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/conteudo.phtml?tl=1&id=1444654&tit=O-que-ha-para-aprender-depois-da-reprovacao

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

INDICATIVO DE GREVE

 Servidores decidem construir uma greve consciente e organizada



Reunidos na assembleia de ontem (06/02) para deliberar sobre a deflagração ou não da greve, os servidores decidiram dar um prazo para que a Prefeitura dê uma resposta satisfatória às principais reivindicações da pauta já apresentada na campanha salarial de 2013. A greve não foi deflagrada ainda, pois os servidores avaliaram que, embora o sindicato esteja preparado para ela, é necessário esclarecer melhor a todos sobre os seus motivos, sobre as pautas defendidas e sobre o direito de greve.

   Deliberou-se manter o indicativo de greve, com data prevista para 17/03.

   Foi aprovada uma paralisação geral no dia 28/02, no período da reunião de negociação.

   A próxima assembleia geral será no dia 11/03, na qual os servidores poderão avaliar os resultados da mesa de negociação do dia 28/02 e decidir se entram em greve no dia 17/03.

   Foi aprovada também a realização de atividades de mobilização envolvendo o esclarecimento dos motivos da possível greve para a população, com panfletagens e manifestações localizadas nos bairros.

   É importantíssimo que todas as unidades elejam seus representantes sindicais, e organizem junto com o sindicato essas atividades, que fortalecerão ainda mais o vínculo que já existe entre nós servidores públicos e a população que atendemos cotidianamente.

   Relembre os principais pontos da pauta de reivindicações:
   • Retorno da licença prêmio,
   • 33% de hora-atividade,
   • Inclusão dos educadores sociais dos CMEIs no quadro do magistério,
   • Reenquadramento dos servidores para corrigir as distorções causadas pelo PCCV de 2004 e pelos novos enquadramentos,
   • Pagamento de periculosidade e insalubridade a quem tem direito,
   • Regulamentação das escalas para os profissionais que trabalham em jornada ininterrupta.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

80% dos brasileiros não controlam suas finanças

Apesar do recuo da inadimplência para níveis históricos, o brasileiro ainda tem pouco conhecimento sobre as suas finanças, independentemente do estrato social. Oito em cada dez entrevistados não sabem como controlar as despesas, revela uma pesquisa nacional feita em dezembro com cerca de 650 pessoas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
A enquete mostra que apenas 18% dos entrevistados têm bom conhecimento sobre as finanças pessoais. A economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, destaca que esse resultado praticamente se repete para todos os estratos sociais. Em 84% dos domicílios com renda mensal de até R$ 1.330, o chefe da família tem parcial ou nenhum conhecimento sobre as finanças da casa. Essa fatia cai para 86% no caso das famílias com rendimentos entre R$ 1.331 e R$ 3.140 e recua para 76% para aquelas com receita acima de R$ 3.141. Mas ainda é um porcentual alto.
"O consumidor adulto se mostra muito pouco preparado em relação às finanças pessoais", afirma Luiza. A economista ressalta que há uma relação direta entre saldo negativo na conta corrente e o baixo conhecimento financeiro. Quase 70% daqueles que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre as finanças pessoais terminam o mês no vermelho ou no zero a zero na sua conta corrente. Esse resultado recua para 29% para aqueles que acompanham as suas receitas e despesas.
Descontrole. Um dado que chamou a atenção é que mais de um terço dos entrevistados (36%) sabiam um pouco ou nada sabiam sobre as contas regulares que deveriam pagar este mês, com resultados muito parecidos para as três faixas de renda analisadas. No caso das despesas extras de início de ano, mais da metade (57%) não sabia exatamente quanto deveria gastar a mais. Há também falta de conhecimento do lado das receitas, com 40% dos entrevistados declarando não ter informações exatas sobre a renda.
A principal dificuldade apontada pelos consumidores de todas as classes sociais para controlar as finanças pessoais foi a disciplina para registrar gastos e receitas com regularidade, com 39%. Mas fazer contas é tido como um problema para 6% dos entrevistados. Esse resultado dobra (12%) no caso do estrato com menor renda.
Fôlego. Além da falta de controle das despesas e receitas, outras informações relevantes reveladas pela pesquisa são o ímpeto do consumidor para ir às compras e a falta de fôlego financeiro: 38% dos entrevistados informaram que às vezes, ou nunca, avaliam a sua situação financeira antes de adquirir um bem.
A falta de reservas financeiras é nítida quando se avalia que mais da metade (55%) dos entrevistados não conseguiria se manter por mais de três meses em situação de dificuldade. "Como o tempo de recolocação no mercado de trabalho é de sete meses, esse resultado é preocupante, se houver um tropeço no emprego", diz a economista.
A escassez de controle dos brasileiros sobre as suas finanças ocorre num momento em que os índices de inadimplências registram baixas históricas. Na avaliação de Luiza, esse cenário não é contraditório com a falta de rigor nas finanças pessoais porque o principal fator, na sua opinião, que levou ao recuo do calote foi a cautela do sistema financeiro na aprovação de novos créditos.
fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,80-dos-brasileiros-nao-controlam-suas-financas,176437,0.htm